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Próximos eventos

Assista e participe

TV IAB

Sexta-feira, 19 de junho


das 10h às 12h

COMISSÃO DE FILOSOFIA DO IAB


Comissão de Filosofia do IAB

Palestrantes: Professores ANDRÉ FONTES E JORGE CÂMARA

Abertura: RITA CORTEZ Presidente do IAB Nacional

Apresentação: FRANCISCO AMARAL Presidente da Comissão de Filosofia do Direito do IAB

TRANSMISSÃO AO VIVO PELA TV IAB

Abertas as INSCRIÇÕES - RESUMOS DE ENSAIOS até 5 de julho2026

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TIM INGOLD DO COMANDO À ESCUTA, DA FRAGMENTAÇÃO AO ENTRELAÇAMENTO

CAMINHOS PARA UM NOVO PACTO SOCIAL


https://www.youtube.com/live/hd_F2OlBXdY

Gravação disponível no YOUTUBE -CANAL DA ESMPU 




escola.mpu.mp.br


TIM INGOLD

DO COMANDO À ESCUTA, DA FRAGMENTAÇÃO AO ENTRELAÇAMENTO

Sobre TIM INGOLD

Após 25 anos na Universidade de Manchester, onde fui nomeado Professor Max Gluckman de Antropologia Social em 1995, mudei-me em 1999 para Aberdeen, onde fundei o mais novo Departamento de Antropologia do Reino Unido, além de dirigir o tema de pesquisa estratégica da Universidade sobre "O Norte" (2011-2017). Realizei trabalho de campo etnográfico entre os povos Sami e finlandeses na Lapônia e escrevi sobre questões comparativas de meio ambiente, tecnologia e organização social no Norte circumpolar, bem como sobre o papel dos animais na sociedade humana, sobre questões de ecologia humana e sobre a teoria da evolução na antropologia, biologia e história. A partir daí, passei a explorar as ligações entre a percepção ambiental e a prática especializada, com o objetivo de substituir os modelos tradicionais de transmissão genética e cultural por uma abordagem relacional focada no desenvolvimento de habilidades corporificadas de percepção e ação em contextos sociais e ambientais de desenvolvimento. Em minhas pesquisas mais recentes, tenho explorado três linhas de investigação que emergiram de meus trabalhos anteriores, referentes à dinâmica do movimento pedestre, à criatividade da prática e à linearidade da escrita. Todas elas convergiram em um projeto financiado pelo Conselho de Pesquisa Econômica e Social do Reino Unido (2005-2008), intitulado "Explorações na antropologia comparativa da linha". Posteriormente, lecionei e escrevi sobre uma série de questões na interface entre antropologia, arqueologia, arte e arquitetura. De 2013 a 2018, dirigi o projeto "Conhecendo por Dentro: Antropologia, Arte, Arquitetura e Design" (2013-2018), com financiamento do Conselho Europeu de Pesquisa. Aposentei-me da universidade em 2018, mas continuo pesquisando e escrevendo como pesquisador independente. Grande parte do meu trabalho nos últimos anos tem se concentrado em questões de educação e em como pensamos sobre a passagem das gerações. Mas espero, eventualmente, retornar ao material do meu trabalho de campo na Lapônia finlandesa. 

Encontro com TIM INGOLD ESMPU/YOUTUBE AO VIVO

 

A Escola Superior do MPU promoveu, no dia 21 de maio, das 10h às 12h, o encontro “Do comando à escuta, da fragmentação ao entrelaçamento: caminhos para um novo pacto social”, que integra o conteúdo programático do curso de aperfeiçoamento EaD “Direito, sustentabilidade e desenvolvimento humano no Antropoceno”. ⚖️ 👤 🌎 🌱

 ➡️ O encontro online foi conduzido pelo antropólogo britânico Tim Ingold, referência no campo da Antropologia contemporânea, transmitido ao vivo pelo canal da ESMPU no YouTube, permanece disponível. As demais atividades que integraram a grade curricular do curso têm a gravação disponibilizada no site da ESMPU.


 🖥️ Mais informações em: https://www.youtube.com/live/hd_F2OlBXdY

SITE TIM INGOLD
Convidado: Tim Ingold 21.5.2026

Docentes: Valéria Tavares de Sant’Anna e Adriana Santos

A gravação de algumas das aulas é acessível na PLATAFORMA APRENDER DA ESMPU

ACESSO À PLATAFORMA APRENDER

CURSO EAD síncrono

ESMPU

 

PROGRAMAÇÃO DO CURSO

 07/05/2026   Adriana Santos| Valéria Tavares de Sant’Anna 

10h00 às 12h00 Movimento 1 - Pause to start (BEING) - To.be..being-Presença/Atenção


14/05/2026    Valéria Tavares de Sant’Anna 

10h00 às 12h00 Movimento 2 - Thinking IDG : Habilidades Cognitivas ênfase: Fazer sentido/ visão de longo prazo.


21/05/2026   Valéria Tavares de Sant’Anna | 

                      Tim Ingold – Autor de Old Ways, New People (2025) 

10h00 às 12h00 Movimento 3 - Relating IDG : Importa-se com o outro e o mundo - ênfase : apreciação/conexão tetralogia do direito micelial - Movimento I


26/05/2026   Valéria Tavares de Sant’Anna | Adriana Santos  

10h00 às 12h00 Movimento 4 - Collaborating IDG : Habilidades sociais - ênfase: comunicação/habilidades de mobilização tetralogia do direito micelial - Movimento II


28/05/2026    Valéria Tavares de Sant’Anna

10h00 às 12h00 Movimentos 5 - Acting IDG : possibilitar mudanças ênfase : criatividade/perseverança tetralogia do direito micelial - Movimento III


02/06/2026   Valéria Tavares de Sant’Anna 

10h00 às 12h00 Movimento 6 - Being ( return) ênfase : presença/atenção/consciência tetralogia do direito micelial - movimento IV

Link PLATAFORMA APRENDER ESMPU

A gravação das aulas está disponível no site da ESMPU - PLAT

DIREITO, SUSTENTABILIDADE e DESENVOLVIMENTO HUMANO NO ANTROPOCENO

 "O curso de aperfeiçoamento proposto tem como foco desenvolver nos participantes o conhecimento do Direito no Devir Sustentabilidade, articulando Filosofia e Arte como vias de reflexão e prática transformadora, em colaboração direta para a melhoria institucional. 

Para tanto, será oferecida uma introdução ao Direito Micelial, abordando os desafios do Antropoceno e estimulando o desenvolvimento de habilidades para enfrentar as rápidas transformações sociais que já se apresentam e que se intensificarão nos próximos anos. 

O curso situará o consenso e a crise do pacto social como eixo central, auxiliando na adoção de atitudes proativas pelo Ministério Público, em especial no âmbito extrajudicial, de modo a fortalecer a responsabilidade social da instituição e contribuir tanto para uma convivência pacífica quanto para a implementação dos Objetivos da Agenda 2030 da ONU.  A partir da atuação do Ministério Público, inclusive, por meio de procedimentos estruturais, cujos resultados se mostrem positivos, impulsiona-se novos processos legislativos.  Explorar-se-á a ação comunicativa, conforme Habermas, como fundamento para ampliar a percepção do fato social e do Zeitgeist, em um contexto em que as hierarquias estatais se flexibilizam e o binômio “dominantes/dominados” perde sentido. 

O Ministério Público, nesse cenário, assume o papel de facilitador da expansão da consciência coletiva, fortalecendo a noção de Estado-súdito como representação viva e cotidiana. Habermas enfatiza a importância do consenso alcançado por meio do diálogo racional e da comunicação livre de coerção como fundamento para a legitimidade democrática e para a construção de um pacto social justo.  

Os discentes serão sensibilizados para a cultura do processo comunicativo ideal, o qual pressupõe que os participantes possam deliberar de maneira transparente, igualitária e orientada para o entendimento mútuo, com a escuta ancestral e transgeracional, valorizando o conhecimento e a experiência acumulados pelos povos originários, visando à construção de normas legítimas.  Todos devemos trabalhar para romper com o cenário contemporâneo marcado por colapsos, pela desgovernança do ser, pelo ruído comunicacional e pela atomização do indivíduo. Esse processo envolve o respeito às diferenças, o empoderamento das minorias e a efetiva busca por igualdade de gênero, raça e etnia. Fundamenta-se no axioma de que o desenvolvimento sustentável somente se realiza quando a expansão das capacidades humanas fundamentais encontra ressonância nas dimensões interiores de desenvolvimento propostas pelos Inner Development Goals (IDG) - Ser, Pensar, Relacionar-se, Cooperar e Agir - orientando, de forma concreta, a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  

O “simulacro” da comunicação (Baudrillard), a cegueira branca da superexposição digital e a ausência de escuta real comprometem a possibilidade de uma comunicação que leve ao consenso legítimo. Assim, a crise do pacto social pode ser entendida como uma falência do espaço público comunicativo, onde o diálogo é substituído por estratégias de poder, polarização e exclusão. A ascensão do intérprete sobre o legislador, a fragmentação das subjetividades e a hegemonia da violência institucionalizada dificultam a emergência de consensos efetivos, colocando em xeque a própria legitimidade das normas e instituições. 

O Direito Micelial, nesse contexto, surge como resposta prática e simbólica para reconstruir o tecido comunicativo e relacional que sustenta o pacto social. Ao promover escuta ativa, cooperação sensível e solidariedade enraizada na interdependência, ele restabelece formas de entendimento mútuo que ultrapassam o modelo racionalista clássico, integrando dimensões afetivas, ecológicas e culturais. Em suma, repensar o Direito e a governança no Antropoceno, à luz da teoria habermasiana do consenso, implica reconhecer a urgência de espaços comunicativos autênticos para o diálogo e as práticas adequadas." 

 

Curso EAD síncrono


Os desafios para a garantia da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, num cenário de colapso da ética, do social e das condições de habitabilidade do planeta, inclusive, com um colapso climático. Para tanto é preciso ampliar a perspectiva da atuação incorporando a sustentabilidade como valor no processo civilizatório.  

Nesse contexto, o curso convoca para uma reflexão e possibilidades que a escuta ancestral e transgeracional podem colaborar no Devir Sustentabilidade.

edital

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TV IAB 19.6 às 10h

Os Professores André Fontes e Jorge Câmara

Ao Vivo na TV IAB

REFLEXÕES SOBRE A FENOMENOLOGIA NA FILOSOFIA DO DIRIETO

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